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Re: A teoria do zênite solar

Mensagempor Luiz Sampaio Athayde » Qui, 06/01/2011, 05:11h

Jader escreveu: "Eu não acho interessante o uso de regras diferenciadas em um pais tão extenso como o nosso. O nosso território se estende pelos dois hemisférios e por 3 fusos horários. Eu já morei em SP, RS, MT e RJ. Se cada região do Brasil fosse tratada muito particularmente, teríamos alguns problemas. Vou citar um: o período escolar. Se cada região for tratada isoladamente, sem pensar no princípio federativo, se um aluno mudar de estado (exemplo: do Amapá para São Paulo) terá grandes problemas, pois o ano letivo do Amapá iria começar no meio do ano (ao final do verão do hemisfério norte), enquanto o ano letivo de São Paulo começa no início do ano (ao final do verão do hemisfério sul)".

Noooossa, Jader... Respeito a sua discordância quanto à adoção de regras variadas, mas quem falou em mexer nos calendários, muito menos nas datas de início das aulas?? Solicitei um atestado da Igreja Católica que está disponibilizado em uma postagem antiga no meu Blog, de setembro de 2009, justamente para esclarecer que A Teoria não pretende mudar nenhuma data de nada, exceto o reconhecimento da duração das estações, e, apenas de forma local. Por favor, aproxime-se um pouco da literatura dos grandes pensadores da educação como Paulo Freire, Vygotky, Jean Piaget e verá que todos são unânemes em afirmar que o conhecimento deve ser local. Nesse caso, o maior tamanho do nosso País fomentaria isso, penso exatamente o contrário. Sugiro, humildemente que leia o nosso texto no seguinte link: http://congressoilheus.com.br/event/ces ... %20_7_.pdf
E por favor, também o trabalho que segue, que versa sobre a imposição da literatura importada ao nosso país desde os tempos de colônia até os dias de hoje: http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v10n1/07.pdf
O princípio federativo deveria tratar de desnvolver a ciência e a educação locais, isso sim. No texto também existem duas tabelas que poderiam constar dos livros disdáticos, antes que seja mencionado alguma dificuldade em imprimir livros diferentes para regiões diferentes. O ensino é que deve variar. A educação e construção do conhecimento deve ser aproximada à realidade de cada um. Obvio que não devemos deixar de ensinar as regras oficiais. Obvio que um aluno que se mudar dentro do nosso imenso país, se tiver aprendido bem o assunto, compreendido bem os fenômenos e o que eles implicam, entenderá bem as diferenças entre as localidades facilmente. O ensino das várias localidades é que precisa se desenvolver.

Jader escreveu: "O meu questionamento é de definição, pois um gráfico não irá alterar a incidência solar. O que altera a incidência é o deslocamento aparente do Sol para o sul. O amigo poderia falar que a configuração do analema de Salvador proporciona uma maior incidência solar".

Desculpe mas não entendi a frase: "um gráfico não irá alterar a incidência solar". Mas concordo que deveriamos afirmar: a configuração do analema observada EM Salvador proporciona uma maior incidência solar. O que não quer dizer que os atrasos e adiantos do sol não sejam percebidos em outras regiões. O que não quer dizer que os períodos não irão variar nos solstícios. Entendo que algumas dificuldades em entender algumas afirmações (tanto do meu lado quanto do seu) se devem ao fassto de estarmos conversando somente por meio da palavra escrita.

Jader escreveu: "Segundo o CdC, no dia 27 de outubro, o Sol nasce às 0504hs e se poe às 1735hs em Salvador.
No dia 3 de novembro, o Sol nasce às 0501hs e se pôe às 1737hs (duração do dia 12h e 36min).
No dia 21 de dezembro o Sol nasce às 0507hs e se pôe às 1800hs (duração do dia 12h e 53min).
No dia 15 de fevereiro o Sol nasce às 0534hs e se pôe às 1805hs (duração do dia 12h e 31min).
No dia 21 de junho o Sol nasce às 0559hs e se pôe ás 1718hs (duração do dia 11h e 19min).
Notou como a duração dos dias foram aumentando até o solstício de verão?
Realmente no dia 3 de novembro o sol nasce mais cedo, mas o dia com o maior período de insolação irá ocorrer no dia 21 de dezembro".

Está correto. Só que em momento nenhum eu falei qual era o dia com maior tempo de insolação. Me referi às distorções do tempo, segundo explica Kepler. 3/11 é mais adiantado e 12/02 é mais atrasado. A maior insolação nos solstícios se deve (de novo) ao achatamento polar, além é claro da própria posição astronômica. O dia mais atrasado aumenta a sensação de verão por ser mais percebido por mais pessoas (+/-) 19:00 horas. E do ponto de vista de Salvador, que está em zênite em data muito próxima, deixa o verão de rachar com o maravilhoso clima que só tem aqui!
(Evito comentar outras coisas que A Teoria me deu como achado de pesquisa. Assim que tiver as novas produções socializo para a gente discutir, prometo).

Jader escreveu: "Faça as contas dos números de dias do nosso verão e do nosso inverno. O amigo verá que o nosso verão é menor do que o nosso inverno. Isso ocorre exatamente devido o periélio ocorrer durante o nosso verão".

Está correto levando em consideração somente as regras oficiais. O que só vale para as latituides extratropicais, obviamente. Isso cai por terra entre os trópico e especialmente em Salvador...

Jader, toda discussão em ciência é muito bem-vinda. As vezes falamos coisas parecidas e talvez em uma conversa pessoalmente a gente pudesse se entender melhor. Os pontos em que você passa longe do entendimento do que proponho servem em muito para me auxiliar a escrever melhor o meu trabalho. Outro ponto importante é o fato de você não conhecer a nossa cidade para perceber como é diferente por aqui. Não farei descrições exibicionistas da exuberância do nosso clima, o quanto ele é bom, para não sair da linhna do debate científico, ok?
Tenho aprendido muito aqui no fórum! Obrigado!
A UFBA está oferecendo um curso de extensão e A Teoria do Zênite Solar será um dos conteúdos ministrados, veja por favor:
http://www.portal.ufba.br/noticias/inst ... ens%C3%A3o
http://www.atarde.com.br/posgraduacao/n ... id=5666542
Outra iniciativa nossa é a realização no Instituto de Física da UFBA de uma mesa redonda para discutir as novas regras locais com a presença dos Professores do Instituto de Física (concordantes e discordantes. Os discordantes são muito importantes), do Instituto de Geologia, doutores em Climatologia (um concordante o outro ainda não viu o trabalho) e das Professoras doutoras em Educação, já que o trabalho tem um cunho educativo grande também.
Se puder comparecer, mesmo que com um posicionamento discordante ficarei grato e honrado. Prometo informar a data tempestivamente, ok?
Grande abraço e obrigado pela atenção!
Luiz Sampaio Athayde Junior




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Re: A teoria do zênite solar

Mensagempor costeira1 » Qui, 06/01/2011, 12:39h

Prezados colegas,

O que acho interessante na proposta do Prof. Luiz Sampaio é que o assunto começa ao se fazer observações. Observação do comportamento da sombra nas datas indicadas entre outras. Isto não significa que eu concorde em número, gênero e grau com a Teoria proposta, mas vejo nela uma excelente oportunidade para que alunos do ensino fundamental e médio façam observações, experiências e tirem as conclusões em relação às informações papagueadas na mídia e nos livros didáticos.

Nós já recebemos um pacote enlatado de informações tais como:

o verão começa em 21 de dezembro e termina em 21 de março,
o verão é quente,
o inverno é frio.

Estas informações não estão erradas em si, mas refletem fatos que ocorrem em latitudes sub-tropicais.

Eu me lembro do educador e filósofo Mario Sergio Cortella que na sua época de colégio todas as escolas usavam a cartilha "Caminho Suave" onde havia a expressão:

Ivo Viu a Uva

Para um aluno do sul brasileiro, nos anos 1960, se sabia o que era Uva. Mas que dizer de um garoto do sertão nordestino?

Acho que algo parecido pode ser feito ao fazer os alunos observarem os fenômenos sazonais em sua localidade e comparar com as informações ditas oficiais.

[]s




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Re: A teoria do zênite solar

Mensagempor Luiz Sampaio Athayde » Qui, 06/01/2011, 13:15h

Perfeito, Costeira1!
Essa é a linha.
Obrigado,
Luiz Sampaio Athayde Junior




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Re: A teoria do zênite solar

Mensagempor jaderroo » Qui, 06/01/2011, 15:15h

Luiz Sampaio Athayde escreveu:
...
Noooossa, Jader... Respeito a sua discordância quanto à adoção de regras variadas, mas quem falou em mexer nos calendários, muito menos nas datas de início das aulas??


Se não for para mudar os calendários não vejo problemas sobre o aprendizado de sua teoria.
Como já morei em 4 estados diferentes, mas conheço quase todas as regiões brasileiras, sou a favor da educação com uma "certa regionalização", mas que mantenha uma base (currículo) nacional. Meus filhos tiveram problemas em Caxias do Sul-RS, pois a professora do colégio queria que eles falassem com menos "s" (carioquês) e falassem com o sotaque deles (usando somente um "r" em palavras tipo carro, que eles falavam "caro"). Quando nos mudamos para o MT meus meninos tiveram matérias repetidas, que já haviam aprendido no RS. Quando voltamos para o Rio foi outro problema, pois o colégio considerava certos assuntos "já ensinados", mas que meus meninos não haviam aprendido ainda no MT.


Luiz Sampaio Athayde escreveu:
...
Desculpe mas não entendi a frase: "um gráfico não irá alterar a incidência solar". Mas concordo que deveriamos afirmar: a configuração do analema observada EM Salvador proporciona uma maior incidência solar. O que não quer dizer que os atrasos e adiantos do sol não sejam percebidos em outras regiões. O que não quer dizer que os períodos não irão variar nos solstícios. Entendo que algumas dificuldades em entender algumas afirmações (tanto do meu lado quanto do seu) se devem ao fassto de estarmos conversando somente por meio da palavra escrita.


No meu entendimento o termo "analema" é o nome do gráfico do Sol. Todas as regiões possuem analemas, por isso que gostaria de ressaltar que o que altera a incidência solar é a sua configuração.


Luiz Sampaio Athayde escreveu:
...
Está correto. Só que em momento nenhum eu falei qual era o dia com maior tempo de insolação. Me referi às distorções do tempo, segundo explica Kepler. 3/11 é mais adiantado e 12/02 é mais atrasado. A maior insolação nos solstícios se deve (de novo) ao achatamento polar, além é claro da própria posição astronômica. O dia mais atrasado aumenta a sensação de verão por ser mais percebido por mais pessoas (+/-) 19:00 horas. E do ponto de vista de Salvador, que está em zênite em data muito próxima, deixa o verão de rachar com o maravilhoso clima que só tem aqui!
(Evito comentar outras coisas que A Teoria me deu como achado de pesquisa. Assim que tiver as novas produções socializo para a gente discutir, prometo).


Sinceramente, eu tenho dúvidas se as pessoas "comuns" conseguem notar essa distorção no tempo, mas creio que elas notam quando o Sol fica mais tempo no céu (data com maior duração de incidência solar).
Eu não encontrei no CdC o dia em que o Sol se poe às 19 horas, encontrei apenas 18 horas. O amigo está se referindo às 19 horas com o horário de verão?


Luiz Sampaio Athayde escreveu:
...
Jader escreveu: "Faça as contas dos números de dias do nosso verão e do nosso inverno. O amigo verá que o nosso verão é menor do que o nosso inverno. Isso ocorre exatamente devido o periélio ocorrer durante o nosso verão".

Está correto levando em consideração somente as regras oficiais. O que só vale para as latituides extratropicais, obviamente. Isso cai por terra entre os trópico e especialmente em Salvador...


Posso estar enganado, mas considerando o verão e o inverno nos dois hemisférios, acima e abaixo do Equador, isso ocorre sim.


Luiz Sampaio Athayde escreveu:
...
Jader, toda discussão em ciência é muito bem-vinda. As vezes falamos coisas parecidas e talvez em uma conversa pessoalmente a gente pudesse se entender melhor. Os pontos em que você passa longe do entendimento do que proponho servem em muito para me auxiliar a escrever melhor o meu trabalho. Outro ponto importante é o fato de você não conhecer a nossa cidade para perceber como é diferente por aqui. Não farei descrições exibicionistas da exuberância do nosso clima, o quanto ele é bom, para não sair da linhna do debate científico, ok?
Tenho aprendido muito aqui no fórum! Obrigado!
A UFBA está oferecendo um curso de extensão e A Teoria do Zênite Solar será um dos conteúdos ministrados, veja por favor:
http://www.portal.ufba.br/noticias/inst ... ens%C3%A3o
http://www.atarde.com.br/posgraduacao/n ... id=5666542
Outra iniciativa nossa é a realização no Instituto de Física da UFBA de uma mesa redonda para discutir as novas regras locais com a presença dos Professores do Instituto de Física (concordantes e discordantes. Os discordantes são muito importantes), do Instituto de Geologia, doutores em Climatologia (um concordante o outro ainda não viu o trabalho) e das Professoras doutoras em Educação, já que o trabalho tem um cunho educativo grande também.
Se puder comparecer, mesmo que com um posicionamento discordante ficarei grato e honrado. Prometo informar a data tempestivamente, ok?
Grande abraço e obrigado pela atenção!
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Luiz, concordo plenamente com o amigo, toda discussão é bem-vinda, pois assim podemos aprender juntos.
Minha irmã morou por 5 anos em Salvador, mas infelizmente não pude visitá-la. Ela e meus sobrinhos gostaram muito daí. O meu sobrinho mais velho, que é carioca, recebeu o apelido de "baiano" quando voltou para o Rio. No meu bairro ninguém conhece o Marcos Júnior, mas quase todos conhecem o "baiano".
Agradeço pelo convite, mas infelizmente estou no momento sem "caixa" para os gastos de uma viagem.
Eu sou "gato escaldado" quando o assunto é mudanças no ensino. Sou a favor da regionalização, mas com certa parcimônia, pois meus filhos sentiram na "pele" os problemas que podem ocorrer.
Outra questão é até a da "união" dos estados, pois já vi e ouvi certas "autoridades" e "intelectuais" falando besteiras tais como: "o meu estado não depende do Brasil, nosso trabalho é que sustenta as regiões norte e nordeste brasileiras. Se fôssemos independentes estaríamos no mesmo padrão da Europa". Essas "autoridades" e "intelectuais" esquecem que a energia elétrica deles é produzida em outro estado. Eles esquecem que quando ocorrem desastres naturais no estado deles, o apoio é enviado de todos os estados brasileiros.

Luiz, fico muito feliz em ver que o amigo aceita uma discussão. Isso é realmente muito bom, pois nos faz refletir e nos proporciona oportunidades para aprendizado.
Um abraço!




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Re: A teoria do zênite solar

Mensagempor jaderroo » Qui, 06/01/2011, 15:24h

costeira1 escreveu:
...
O que acho interessante na proposta do Prof. Luiz Sampaio é que o assunto começa ao se fazer observações. Observação do comportamento da sombra nas datas indicadas entre outras. Isto não significa que eu concorde em número, gênero e grau com a Teoria proposta, mas vejo nela uma excelente oportunidade para que alunos do ensino fundamental e médio façam observações, experiências e tirem as conclusões em relação às informações papagueadas na mídia e nos livros didáticos.....

Acho que algo parecido pode ser feito ao fazer os alunos observarem os fenômenos sazonais em sua localidade e comparar com as informações ditas oficiais.

[]s


Concordo com o amigo costeira1, pois seria uma ótima oportunidade para estimular a curiosidade pela ciência.




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Re: A teoria do zênite solar

Mensagempor Eduardo Costa Yahoo » Dom, 09/01/2011, 12:43h

Olá!

Vou cantar a mesma música que o Jader, mas em outro tom. Não podemos estabelecer verão e inverno apenas pelas temperaturas. No monte Kilimanjaro, que está em latitude compatível com a nossa, na parte Sul da África, temos neve no cume da montanha. Se pensarmos no valor absoluto da temperatura apenas, lá sempre será inverno e o critério não seria a posição vernal, mas a altitude do relevo.

Se o planeta fosse absolutamente esférico, com um único tipo de superfície, tendo apenas 2 movimentos em esferas perfeitas para translação e rotação (sem inclinação, precessão e outros), as condições de temperatura seriam lineares. Mas as diferenças geográficas e nos aspectos da movimentação espacial do planeta fazem que as variações de temperatura ocorram mais cedo ou mais tarde em relação a data convencional da abertura de uma estação.

O critério para estabelecer as estações não é local, mas conforme o ponto vernal do hemisfério. Considera-se abertura do verão o dia com maior irradiação sobre o hemisfério norte ou sul e não sobre a localidade.

Sobre a água correr conforme o hemisfério que se está, permitam-me uma piadinha. Deve ter muita pia que a água não desce no país Equador. Pois se em cada hemisfério gira horário ou anti-horário, se não girar acho que ela fica parada :).

O que acaba acontecendo é que por conta da predominância no sentido horário ou anti-horário, a matéria acaba iniciando um movimento compatível com a força Coriolis. Não podemos afirmar a partir da força Coriolis, pois é uma força que não exerce trabalho (não estou dizendo que escreveram errado, estou extendendo o comentário). Por predominância um dos sentidos horários ou anti-horário acabará existindo. É fato, mas um formato específico do ponto de vazão poderá não deixar isso acontecer, em especial nas regiões com menores latitudes.




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Re: A teoria do zênite solar

Mensagempor Edu » Dom, 09/01/2011, 16:01h

Se entendi bem eu não vejo sentido em dizer "teoria" do zênite solar, as quatro estações são definidas por uma convenção tendo por base os solstícios e equinócios, me lembro bem de quando eu estava no ensino básico que os professores explicavam isto, creio que as escolas básicas continuam ensinando desta maneira, nem sempre a temperatura dita a regra para cada estação, tudo depende de cada localidade. Qual seria o objetivo da "teoria do zênite solar"? Não entendi.

Abraço.
Edu.




" O Universo não é apenas mais estranho do que supomos,
ele é mais estranho do que somos capazes de supor."
(John Haldane, biólogo inglês, 1892-1964)


19° 54' S 43° 54' O

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Re: A teoria do zênite solar

Mensagempor Luiz Sampaio Athayde » Seg, 10/01/2011, 03:29h

Jader escreveu: "Como já morei em 4 estados diferentes, mas conheço quase todas as regiões brasileiras, sou a favor da educação com uma "certa regionalização", mas que mantenha uma base (currículo) nacional. Meus filhos tiveram problemas em Caxias do Sul-RS, pois a professora do colégio queria que eles falassem com menos "s" (carioquês) e falassem com o sotaque deles (usando somente um "r" em palavras tipo carro, que eles falavam "caro"). Quando nos mudamos para o MT meus meninos tiveram matérias repetidas, que já haviam aprendido no RS. Quando voltamos para o Rio foi outro problema, pois o colégio considerava certos assuntos "já ensinados", mas que meus meninos não haviam aprendido ainda no MT".

Jader, isso é horrível. Exigir de uma criança um sotaque é inclassificável, e lamentável vindo de alguém que deveria educar, uma pena. Somos um país continental e a nossa beleza está justamente nas diiferenças. Do sotaque paraibano ao gaúcho, são todos naturais e não ha como classificar um melhor que o outro. São provavelmente influenciados pelo clima, pois onde é mais quente se abre mais a boca para falar e o contrário também é verdade. Recusar uma diferença pode ser classificado como preconceito. Como sotaque é algo natural é possível que a pessoa que se muda para uma outra região molde com o tempo. Ha casos também de pessoas que não perdem e outras que falam perfeitamente o original e o novo. Gosto de pensar que somos todos irmãos e que ninguém é melhor do que ninguém.

Jader escreveu: "Sinceramente, eu tenho dúvidas se as pessoas "comuns" conseguem notar essa distorção no tempo, mas creio que elas notam quando o Sol fica mais tempo no céu (data com maior duração de incidência solar).
Eu não encontrei no CdC o dia em que o Sol se poe às 19 horas, encontrei apenas 18 horas. O amigo está se referindo às 19 horas com o horário de verão"?

Não Jader. Me referi mesmo ao horário normal. Mas não tenho esse dado com precisão. Comecei a medir essa distância, por assim dizer, em 03/11 com a nossa placa metalica e aguado o dia 12/02 para completar. Prometo fazer um pequeno vídeo para apurar o horário preciso, ok? Mas de qualquer forma deve ser mais do que as 18 horas, certamente. Como já andei filmendo e fotografando o sol por aqui nas datas astronômicas vou ver no meu banco de dados se possuo algum da data de 15/02 (data do nosso zênite) que é próxima da data do máximo analema leste, 12/02.

Jader escreveu: "Essas `autoridades` e `intelectuais` esquecem que a energia elétrica deles é produzida em outro estado. Eles esquecem que quando ocorrem desastres naturais no estado deles, o apoio é enviado de todos os estados brasileiros".

Esquecem também um monte de coisas... É preciso desenvolver economicamente as regiões menos favorecidas até para evitar os problemas com êxodo nas desenvolvidas. Sem querer desvirtuar o assunto aqui no fórum, teve um estado bem desenvolvido e muito industrializado que brigou centavo a centavo, por meio da conceção de benfícios, com a Bahia para conseguir a instalação da Ford, que é a primeira fábrica de automóveis por aqui. Vou dizer que sou bom como brasileiro no dia em que fabricarmos nossos próprios carros, por exemplo! Gente capaz por aqui pelo brasil tem, só falta alguns deixarem de nos vender para ficarem ricos e fazer um desenvolvimento real. Parte do meu trabalho tem um pouco desse cunho nacionalista.

Grande abraço, Jader!




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Re: A teoria do zênite solar

Mensagempor Luiz Sampaio Athayde » Seg, 10/01/2011, 04:22h

Caro Eduardo,

Obrigado por comentar! Responderei às suas considerações com colagens do texto da Teoria do Zênite Solar, ok? Lembro que o mesmo pode ser encontrado no meu Blog www.veraodabahia.blogspot.com nas postagens mais recentes.

Grande abraço!

Luiz Sampaio

Eduardo escreveu: "Não podemos estabelecer verão e inverno apenas pelas temperaturas. No monte Kilimanjaro, que está em latitude compatível com a nossa, na parte Sul da África, temos neve no cume da montanha. Se pensarmos no valor absoluto da temperatura apenas, lá sempre será inverno e o critério não seria a posição vernal, mas a altitude do relevo".

Luiz Sampaio / A Teoria do Zênite Solar: Obviamente outras localidades com latitudes intertropicais privilegiadas como Salvador poderão requerer reconhecimento de um verão aumentado, como Darwin, no norte da Austrália (12º 27’ 40,80” de latitude sul); Lima, no Peru (12º 5’ 35,10” de latitude sul); Cidade do México, México (19º 50’ 57,82” de latitude norte) ou toda a ilha de Cuba (de 19º 41’ 2,29” a 22º 52’ 38,58” de latitude norte), caso as condições e padrões climáticos assim confirmem, pois é possível que algumas localidades apresentem padrões climáticos diferentes, em um dado período do ano, mesmo estando nas mesmas latitudes, por conta de fatores climáticos distintos influenciados pela altitude ou correntes marítimas e aéreas diferentes.

Eduardo escreveu: "Se o planeta fosse absolutamente esférico, com um único tipo de superfície, tendo apenas 2 movimentos em esferas perfeitas para translação e rotação (sem inclinação, precessão e outros), as condições de temperatura seriam lineares. Mas as diferenças geográficas e nos aspectos da movimentação espacial do planeta fazem que as variações de temperatura ocorram mais cedo ou mais tarde em relação a data convencional da abertura de uma estação".

Luiz Sampaio / A Teoria do Zênite Solar: Para Salvador, indubitavelmente, o calor surge muito antes do verão oficial e dura muito mais, apresentando ainda temperaturas altas mesmo depois da primavera oficial do hemisfério norte, o que justificaria o reconhecimento de um verão mais longo e estações do ano diferenciadas, devido aos fatos apresentados. (Tudo que foi escrito está correto, entretanto cabe somente uma correção: a precessão completa dura 26.000 anos. Para uma inversão completa das estações ainda vai precisar passar cerca de 13.000 anos, ou seja, esse movimento não é normalmente relacionado às mudanças de temperaturta ou clima... por enquanto).

Eduardo escreveu: "O critério para estabelecer as estações não é local, mas conforme o ponto vernal do hemisfério. Considera-se abertura do verão o dia com maior irradiação sobre o hemisfério norte ou sul e não sobre a localidade".

Luiz Sampaio / A Teoria do Zênite Solar: Fica claro que existe, portanto, uma carência de normatização precisa para as diversas regiões, tanto nas referências que aqui (nesta parte, especificamente) demonstramos quanto nas outras disponibilizadas ao final deste texto. Muitos trabalhos nem sequer mencionam qualquer dificuldade em aplicação das regras às regiões intertropicais. Obviamente, antes de tentar pretender normatizar uma região, devemos empreender nas mesmas uma pesquisa mais apurada, a fim de prover um estudo mais minucioso para a correta normatização e só depois explicitar tais conteúdos nos livros didáticos de todo o país...
Se para um país localizado fora dos trópicos, que não apresenta Zênite Solar em nenhum dia do ano, ou seja, o sol NUNCA incide sobre ele, é considerado verão somente porque o sol se aproximou dele e recai no trópico mais próximo, por que não considerar que é verão em uma localidade ou país situado entre os trópicos quando o sol estiver incidindo exatamente sobre ele, reconhecendo suas estações por períodos diferenciados?...
O processo de ensino, sob o enfoque humanista, determina que o conhecimento é inerente à atividade humana e não é jamais acabado. Sua base é a experiência pessoal e subjetiva de cada um. Ao experienciar, o homem conhece. A experiência é o conjunto das realidades vividas. Dessa forma, fica completamente incorreto um morador de Salvador experimentar que está em uma parte do ano muito quente em datas onde as regras dominantes determinam que ainda é primavera ou que já é outono...
O saudoso maestro Tom Jobim, que era natural do Rio de Janeiro, um estado do sudeste do Brasil, imortalizou: “... são as águas de março fechando o verão...”, ao passo que, em Salvador, o verão é fechado, como diria o poeta, com as águas (chuvas) de abril.
Assim, devemos então educar as pessoas com base na realidade dos acontecimentos, segundo os ensinamentos de Freire, entretanto, as regras oficiais não são aplicáveis nas regiões intertropicais. Se apenas mostrarmos as regras postas das quatro estações do ano, estaremos fomentando um conhecimento distante da realidade, visto que, no caso de Salvador, a incongruência é grande.
Ainda segundo Freire, a educação tem como objetivo primeiro criar condições para sólida e ampla conscientização de todas as pessoas. Para tanto deve trabalhar numa atitude permanente de reflexão crítica associada sempre ao comprometimento com a ação.
Para criarmos uma conscientização entre a população de Salvador ou das regiões intertropicais a respeito das estações do ano é preciso, portanto, corrigir os conteúdos dos livros...
as regiões intertropicais necessitam de novas regras em relação às quatro posições astronômicas da terra, que são, certamente, o fator preponderante para a configuração das estações do ano. Façamos, então, as correções assim que a comunidade científica e os órgãos legisladores aceitem essa nova proposta, visto que as posições e conceitos podem ser perfeitamente aferidos e delimitados, especialmente com as informações e recursos para divulgação das mesmas disponíveis nos dias de hoje.
Cada localidade pode, com precisão matemática, determinar as estações diante das quatro posições astronômicas da terra e com a devida observância dos seus padrões climáticos.
Não é correto estudar e ensinar regras que não condizem com a realidade observada em muitas localidades. Com a possibilidade de circulação das informações, observada modernamente, não é aceitável que a ciência deixe de observar as diferenças demonstradas ao longo desse trabalho e continue afirmando, apenas, que, “o conceito de estações do ano não se aplica entre os trópicos”. Se for verdade que não existem estações entre os trópicos, por causa da incidência do sol, então não haveria estações nos polos (onde elas são máximas justamente pela alternância da incidência do sol), por causa da presença do gelo o ano inteiro. Se tem gelo é porque as águas ficam próximas de zero graus centígrados, e nem por isso é configurado que lá é inverno o ano inteiro.
É hora de corrigir os livros didáticos e ensinar o assunto adequadamente nas escolas e universidades.
Um matemático da Grécia antiga, chamado Erathóstenes, mediu a terra por observar que um poço em uma Cidade chamada Siene, no antigo Egito, apresentava Zênite Solar no solstício de verão (ficava sem sombra) e o farol de Alexandria apresentava uma sombra com certa inclinação na mesma data, no ano de 250 A.C. Com uma regra de três simples, foi possível determinar a circunferência da terra (pois ele já tinha percebido que ela era redonda, e Galileu quase foi queimado pela inquisição ao reafirmar, só em 1611, ou seja, 1861 anos depois, sua teoria heliocêntrica).
Os Maias, uma das civilizações mesoamericanas ou pré-colombianas, também já observavam a ocorrência dos solstícios e equinócios, com as construções dos seus templos e palácios. Os Incas também observavam os mesmos fenômenos, conforme se pode observar até hoje no templo das três janelas, onde o sol incide nos equinócios e solstícios.
É inaceitável que as pessoas do mundo hoje, com tantos recursos e tecnologias, entrem em uma instituição de ensino e saiam sem esses conhecimentos básicos.




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Re: A teoria do zênite solar

Mensagempor Luiz Sampaio Athayde » Seg, 10/01/2011, 04:56h

Olá Edu,

É um prazer responder também o seu comentário, vamos lá? Se as dúvidas continuarem, não hesite em contactar. Terei o meior prazer em responder

Edu escreveu: "Se entendi bem eu não vejo sentido em dizer "teoria" do zênite solar"...

Me resta trazer algumas definições da palavra:
•Teoria, do grego θεωρία , é o conhecimento especulativo, puramente racional. O substantivo theoría significa ação de contemplar, olhar, examinar, especular. Também pode ser entendido como forma de pensar e entender algum fenômeno a partir da observação. ...
•forma de pensar e entender algum fenômeno; explicação para algum acontecimento;
•Conjunto de conhecimentos que apresentam uma certa credibilidade e explicam determinado fenômeno
•[do grego theoría] - 1. Conhecimento especulativo e meramente racional. 2. Conjunto de princípios em que se funda uma ciência ou uma arte. 3. Hipótese, suposição.

Edu escreveu: "as quatro estações são definidas por uma convenção tendo por base os solstícios e equinócios, me lembro bem de quando eu estava no ensino básico que os professores explicavam isto, creio que as escolas básicas continuam ensinando desta maneira, nem sempre a temperatura dita a regra para cada estação, tudo depende de cada localidade. Qual seria o objetivo da "teoria do zênite solar? Não entendi".

Nosso principal objetivo é fomentar um debate que possibilite que as comunidades acadêmicas das várias regiões delimitem de forma mais precisa as suas estações do ano, com observação das quatro posições astronômicas do planeta, o zênite solar e suas condições climáticas. Sugiro, humildemente, para o amigo a leitura dos trechos colados do nosso texto na resposta ao outro amigo Eduardo Costa Yahoo. O texto integral pode ser encontrado no nosso Blog: www.veraodabahia.blogspot.com nas postagens mais recentes ou clicando no seguinte link: http://congressoilheus.com.br/event/ces ... %20_7_.pdf
Informo ainda que o trabalho está sendo reescrito em outro formato no qual ganhará mais alguns conteúdos, pois foi escrito nessa primeira versão em formato artigo, pressupondo alguns conhecimentos básicos para o seu entendimento.

Grande abraço,

Luiz Sampaio




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Re: A teoria do zênite solar

Mensagempor Vitor AD » Qua, 12/01/2011, 13:35h

Luiz Sampaio Athayde escreveu:
Olá Edu,
Nosso principal objetivo é fomentar um debate que possibilite que as comunidades acadêmicas das várias regiões delimitem de forma mais precisa as suas estações do ano, com observação das quatro posições astronômicas do planeta, o zênite solar e suas condições climáticas. Sugiro, humildemente, para o amigo a leitura dos trechos colados do nosso texto na resposta ao outro amigo Eduardo Costa Yahoo. O texto integral pode ser encontrado no nosso Blog: http://www.veraodabahia.blogspot.com nas postagens mais recentes ou clicando no seguinte link: http://congressoilheus.com.br/event/ces ... %20_7_.pdf
Informo ainda que o trabalho está sendo reescrito em outro formato no qual ganhará mais alguns conteúdos, pois foi escrito nessa primeira versão em formato artigo, pressupondo alguns conhecimentos básicos para o seu entendimento.

Grande abraço,

Luiz Sampaio


Olá Luiz.

Acho interessante a discussão. Li e reli diversas vezes mas ainda estou tentando entender a finalidade da melhor delimitação das estações em cada localidade. Estive em dezembro em Porto Velho - RO em pleno ínicio do inverno amazônico (que se extende de dezembro a abril). Sou de Salvador e entendo bem as particularidades do clima que antecedem ou ultrapassam o período clássico do verão. Mas poderia entender com se ouvesse um outono ou primaveras mais quentes ou mais frios e não necessáriamente teria que dizer que para SSA o "verão" deveria iniciar em outubro e extender-se até abril ou que o outono seria apenas em maio/junho e que o inverno seria entre julho e agosto. Poderíamos entender como questão de convenção em relação a posição da Terra em sua órbita ou como interpretações de temperaturas ou índices pluviométricos que em nada implicariam em modificarmos a interpretação clássica das 4 estações.

Tenho apenas 40 anos mas me lembro categoricamente da mudança do clima em relação a minha infância até hoje e principalmente ouvindo dos mais velhos as mesmas impressões em relação ao tempo deles.

Gostaria, se possível, em humildemente solicitar qual o fim prático (ou mesmo se apenas teórico) que a Teoria traria para nós pois estou confuso.

Grande abraço.




"Amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo!

Vitor AD
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Re: A teoria do zênite solar

Mensagempor Edu » Qui, 13/01/2011, 15:19h

Luiz Sampaio Athayde escreveu:
Me resta trazer algumas definições da palavra:
•Teoria, do grego θεωρία , é o conhecimento especulativo, puramente racional. O substantivo theoría significa ação de contemplar, olhar, examinar, especular. Também pode ser entendido como forma de pensar e entender algum fenômeno a partir da observação. ...
•forma de pensar e entender algum fenômeno; explicação para algum acontecimento;
•Conjunto de conhecimentos que apresentam uma certa credibilidade e explicam determinado fenômeno
•[do grego theoría] - 1. Conhecimento especulativo e meramente racional. 2. Conjunto de princípios em que se funda uma ciência ou uma arte. 3. Hipótese, suposição.



Não existe teoria, o que existe é um fato bem definido, as estações do ano são baseadas numa convenção e é sabido que elas não determinam as temperaturas em todas as regiões, não há nada de novo a ser descoberto, não há especulação, não há dúvida sobre o funcionamento das estações do ano, me resta pensar que o objetivo da proposta seria estender o verão na Bahia visando o turismo. Seria isto ou ainda não entendi?

Abraço.
Edu.




" O Universo não é apenas mais estranho do que supomos,
ele é mais estranho do que somos capazes de supor."
(John Haldane, biólogo inglês, 1892-1964)


19° 54' S 43° 54' O

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